Carta Alerta sobre o Opus Dei

From Opus Dei info

OPUS DEI : MAIS UM ALERTA


Contents

O p u s... D e i ?!? E tem gente que ainda tenta me convencer que esta Obra... é de Deus ?

Betty Silberstein

A quem interessar possa: Clero, Igreja, Sociedade Civil, Militar, etc...

Seguem aqui, entremeados de dúvidas católicas, de católicos duvidosamente abandonados... pela IGREJA CATÓLICA, alguns documentos de alerta a... nem sei bem a quem! Afinal, já ficou provado - mais do que uma vez - que ABSOLUTAMENTE NINGUÉM na Igreja Católica quer se “envolver” ou reconhecer as táticas desonestas e torpes utilizadas pela “santa” Prelazia Pessoal do Papa, essa pérfida, milionária e nojenta organização multinacional.

Ah, sim: perdoem-me a omissão de UMA única pessoa somente: quando se prontificou a ajudar uma família desesperada de um recém-captado nas garras da Opus... esse padre – padre sim, pois sacerdote... “SÓ” do Opus Dei!, conforme reza o nada santo Escrivá, fundador desta panacéia de loucuras desvairadas – foi “gentilmente” afastado de suas funções, na paróquia onde já estava há muito tempo. Substituído – ah, aí, sim – por um “sacerdote”... do opus dei, claro! Exagero? Não creio!

Com tantos alertas já levados a público, e tantas denúncias feitas, ficam essas perguntas no ar:

  1. como é que o Presidente da CNBB, o Cardeal Geraldo Majella Agnelo, afirma publica e categoricamente que “se há erros no Opus Dei, eles devem ser apontados e comprovados para ser julgados por autoridades competentes”... (Documento 1) (Ora, meu caro Bispo! Onde está a competência dessas autoridades?)
  2. ... mas nem se dá ao trabalho de responder a uma mãe desesperada, cuja filha foi captada pelo Opus Dei? (Quantas cartas “inconvenientes” iguais ele deve ter recebido e ignorado?)
  3. e por que Dom Majella envia uma carta “de solidariedade” ao Prelado do Brasil, “Reverendíssimo Monsenhor” Padre Vicente Ancona Lopes, Vigário Regional da Prelazia do Opus Dei no Brasil (que a meu ver, de reverendíssimo, não tem nada, pois só reverencia homens (=>ESCRIVÁ, com suas próprias diretrizes e leis estrambóticas, além – claro – de reverenciar seus desvairados aceclas!) e de “monsenhor”, menos ainda, pois “meu senhor”... é que ele não vai ser NUNCA!) (Documento 2)

(Quais provas a mais seriam necessárias para abalizar os testemunhos de tantos e tantos sofridos ex-membros e desesperados familiares, inconsoláveis, deste infeliz grupo?)

Nesta carta, D. Majella afirma “que a Obra já havia passado pela experiência de ser criticada por ex-membros em outros países”.

(Sr. Bispo, quão burros o senhor considera os componentes do seu rebanho – o MAIOR da América e com certeza do mundo? A afirmação acima não é aval NENHUM para considerar que esta nefasta organização é acima de qualquer suspeita!)

Com este tipo de atitude, sinto constatar que o Clero, a Igreja & correlatos, apenas tornam mais sérias e VERDADEIRAS as acusações de que se julgam “vítimas”.

Quando a Igreja tomará consciência de que há evidentes casos de violação dos direitos humanos de um sem-número de jovens, em nome, única e exclusivamente da manutenção, sobrevivência e expansão da Instituição Opus Dei?

Aqui, temos DUAS mostras claras de UM SÓ dignatário da Igreja Católica que, mais uma vez, evidencia (DUPLAMENTE) a falta de vontade dos mais altos representantes da Igreja, em admitir esse câncer que é o Opus Dei. Um câncer que destrói a liberdade, consciências, identidades, jovens e famílias inteiras.

Até quando, Senhores Bispos, a triste realidade interna da Obra – uma Fábrica de Doentes e de Condenados - será escondida da sociedade?
Até quando, Eminências?
Até quando, meu Deus?

Atenciosamente,

Betty Silberstein
São Paulo, 20 de setembro de 2006

Por dentro do Opus dei – os segredos da organização mais poderosa e influente dentro da Igreja Católica

Parte da reportagem da Revista Época, de 16 de janeiro de 2006, referente à entrevista de Dom Geraldo Majella [Páginas 66 e 67]

Edição 400 - 16/01/06


[Dom Geraldo Majella Agnelo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, disse à ÉPOCA que, se algum membro da prelazia procurar a CNBB com denúncias de violação de direitos humanos, ele encaminhará o assunto à Santa Sé.]

“Como instituição, o Opus Dei foi aprovado.
Mas, se há erros, aí é diferente.
Eles devem ser apontados e comprovados para ser julgados
por autoridades competentes.”

Carta de solidariedade de D. Geraldo Majella Agnelo, Arcebispo de São Salvador da Bahia, Presidente da CNBB, ao “Reverendíssimo Monsenhor” Padre Vicente Ancona Lopes, Vigário Regional da Prelazia do Opus Dei no Brasil

Brasília – DF, 14 de dezembro de 2005
P. n. 0912/2005

Reverendíssimo
Mons. Vicente Ancona López
Vigário Regional da Prelazia do Opus Dei
Av. Prof. Alfonso Bovero, 239
01254-000 São Paulo- SP

Caro Irmão, Monsenhor Vicente,

Tomamos conhecimento de afirmações que meios de comunicação publicaram inverdades a respeito da Prelazia Pessoal do Opus Dei.

Todos que somos Igreja quando anunciamos a verdade do Evangelho e suas conseqüência no comportamento humano, hoje, mais do que nunca, somos motivo de escândalo e ofensas como lembra Jesus no Evangelho: “É feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim”. (Lc 7,23).

Receba, pois, nossa solidariedade.

Desejamos, de coração, a todos da Prelazia um Santo Natal e abençoado Ano Novo.

Assinatura de G. M. Card. Agnelo
Cardeal Geral Majella Agnelo
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Presidente da CNBB

OBSERVAÇÕES:

a) esta carta foi escrita em papel timbrado da

CNBB - CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

b) o endereço está impresso no rodapé da página:

SE/Sul - Q.801 – Conj.”B” – CEP 70401-900 – Caixa Postal 02067 – CEP 70259-970 – Brasília – DF – Brasil – Fone: (61) 2103-8300/2103-8200 – Fax: (61) 2103-8303

e-mail: secgeral@cnbb.org.br – site : http://www.cnbb.org.br

c) O número do Protocolo desta carta é 0912/05

d) no 2. parágrafo da carta, 2ª Linha, está escrito suas conseqüência no comportamento humano” => esse erro de grafia, a falta do s, é fidedigno à carta, que - pelo visto - Dona Cleide Braga, Secretária do Arcebispo, não reparou.

Carta de Dona Josefa R. de Araújo, mãe de uma numerária auxiliar

Motivos para incluir essas cartas a este documento:

  • provar as afirmações contraditórias de representantes do Opus Dei, que – entre coisas – afirmam categoricamente a inexistência da admissão de menores de idade na organização
  • provar que pessoas da cúpula da Igreja Católica SABEM SIM o que se passa por trás dos muros imponentes das ilusórias e opulentas instalações do Opus Dei
  • provar que essas mesmas pessoas – se não sabiam – não querem ouvir quem lhes deseja mostrar a verdade
  • provar que essas pessoas têm somente motivos escusos e interesses próprios, pois falam duas coisas diferentes (exatamente como a Opus Dei): aos “de fora”, querem se mostrar preocupados, ou não sabendo de nada do que se passa dentro da Opus Dei. Para “os de dentro”, apoio incondicional.
  • provar o total desapreço pelo que é conhecido mundialmente como “ovelhas de Deus”; afinal, este é apenas UM EXEMPLO dos muitos que JÁ chegaram à cúpula da Igreja, expondo este problema que não é de INSIGNIFICANTE proporções. Dom Geraldo Majella (que afirmou em sua entrevista à Revista Época, de 16 de janeiro de 2006) que se houvesse erros dentro do Opus Dei, deveriam ser investigados, ignorou as duas primeiras cartas da Sra. Josefa e pediu À SECRETÁRIA que respondesse a segunda carta, se esquivando não só de qualquer responsabilidade no assunto, mas também “lavando as mãos” de qualquer tipo de atitude que pudesse a vir tomar.


1ª Carta de Dona Josefa Araújo a D. Geraldo Majella:

Prezadíssimo Sr. Bispo, Presidente da CNBB

Dom Geraldo Majella Agnelo

Sou católica (praticante), mãe e cidadã. Tenho uma filha que há cinco anos faz parte do "Opus Dei", e é esta a razão pela qual lhe escrevo. O senhor veio a público em 16 de Janeiro de 2006, e declarou oficialmente em reportagem para a revista Época: "Como instituição, o Opus Dei foi aprovado. Mas, se há erros, aí é diferente. Eles devem ser apresentados e comprovados para serem julgados por autoridades competentes", referindo-se a possibilidade de denúncias de violação de direitos humanos. Diante de tais afirmativas, e tendo o senhor conhecimento (creio), como todo o Brasil dos inúmeros depoimentos, de fatos mostrados e comprovados por ex-membros e familiares de jovens que como minha filha foram vitimados pelo Opus Dei, eu pergunto: O que mais lhe falta, o que é preciso para que encaminhe essas denúncias à Santa Sé? (sem passar pelo prelado do Opus Dei "D. Javier", é claro).

Como homem sensível, fiel representante de Deus para o maior rebanho católico do mundo, corpo místico de Cristo, pense só por um instante na minha situação: Sou aquela católica que jamais faltou à missa de domingo. Durante toda a vida, amei, respeitei e servi à minha Igreja com o amor, devoção e fidelidade com que se serve a uma mãe. E foi essa mesma mãe que me traiu, que me decepcionou profundamente quando permitiu que uma obra travestida de católica, que se diz santa, mas com todas as características de "SEITA", capturasse e despersonalizasse o que de melhor Deus havia me dado, uma filha. Durante todo esse tempo, ela foi transformada em um ser robótico e colocada na mais baixa classe social da obra (existem várias). Teve sua vida interrompida aos dezessete anos, sem a menor chance de defesa. Sua ocupação lá dentro configura claramente crime de "escravidão", previsto por lei, entre outros. O que na obra é chamado de "numerária auxiliar", nada mais é que uma empregada doméstica - escrava, pois, não tem nenhum direito trabalhista respeitado, aliás não tem direito algum. É impedida de visitar a família, e para toda tentativa de negociação que fiz nesse sentido a resposta foi sempre a mesma: não pode, não pode. Como que uma obra dessa pode ser de Deus? Ele não é, e jamais será contradições, manipulações ou mentiras, mas caminho, verdade e vida. Minha filha hoje tem vinte e dois anos e aparência de trinta (dá para o Sr. avaliar o tamanho da minha dor?). Afinal, que Deus é esse? Gostaria de lembrar que quem recebe o 6º sacramento da Igreja, é alguém que foi escolhido por Deus do meio do povo, para ser ungido e voltar para esse mesmo povo,tornando-se pela graça divina pastor daquele rebanho. Portanto, se por qualquer motivo não for capaz de defender esse rebanho que Deus lhe confiou, está sem dúvida cometendo o pecado da "omissão" e prestará contas a ele um dia. Nós, brasileiros, somos o maior número de católicos do mundo, não podemos mais permitir que um vexame, uma vergonha dessa se passe dentro da nossa igreja, é mais que chegada a hora de dizer "CHEGA", "BASTA", para essa instituição (seita) que se aninhou dentro da Igreja católica e num jogo sujo de poder, dilaceram vidas juvenis, destróem sonhos e abalam lares cristãos e felizes. Devo lhe informar ainda, que a sua resposta não é aguardada ansiosamente somente pela minha família vitimada pelo "Opus Dei", mas como eu, são mais ou menos duzentos pais, que já organizam- se para formar grupos de apoio e não mais calar até que algo seja feito concretamente, pois não desejamos que ninguém mais experimente a dor e a aflição pela qual passamos.

Pondo-me a sua disposição para qualquer outro esclarecimento que julgue necessário, rogo a Deus para que essa carta seja lida à luz do Espírito Santo e que analisando os fatos se dê conta de que a solução para esse terrível mal não está no céu, mas aqui na terra, nos homens de boa vontade, afinal, não foi Deus quem deu prelazia nem blindagem ao "Opus Dei".

Atenciosamente, uma irmã em Cristo Jesus.

Josefa

2ª Carta de Dona Josefa Araújo a D. Geraldo Majella

Caro irmão em Cristo, senhor bispo D. Geraldo

Estou aguardando até hoje resposta de uma mensagem que lhe enviei em 12/02/2006, por favor responda-me, nem que seja para dizer "estou rezando por você". Não permita, por gentileza, que eu não me sinta gente, ou que sinta que não tenho a menor importância para a Igreja que tanto amo. Como infelizmente, no momento encontro-me sem internet, gostaria de fornecer-lhe outras formas de comunicação.[...]

[seguem-se endereço e telefone de Dona Josefa, que recebeu como resposta uma carta da secretária de D. Geraldo Majella, com certeza muito mais ocupado em escrever carta de apoio ao Padre Vicente Ancona, representante máximo do Opus Dei no Brasil, do que dar atenção a uma reles mãe católica desesperada]

Atenciosamente

Josefa

Resposta de D. Geraldo – a bem da verdade da secretária de D. Geraldo

Prezada D. Josefa,

Em nome do Sr. Cardeal, D. Geraldo Majella Agnelo, Arcebispo de São Salvador da Bahia, confirmo e recebimento e atenta leitura de sua carta, via e-mail, referente às justas preocupações com relação a sua filha. Informo que, sua Eminência fez o devido encaminhamento do assunto aos órgãos responsáveis, pedindo que lhe seja dado uma resposta.

Atenciosamente,

Cleide Braga

Secretária do Arcebispo

Palavras textuais de uma numerária auxiliar, relatando singela e ingenuamente suas humilhações, suas auto-flagelações e sofrimentos diários, como se esta coitada já não sofresse o suficiente!

Transcrição de 3 tópicos elaborados por uma numerária auxiliar: sua “prestação de contas morais” – e físicas!!! – à sua “santa” e “infalível” diretora espiritual. Esses dados servirão para tirar quaisquer dúvidas sobre a maneira medieval como são delineadas as mentes dos membros da Opus Dei, as humilhações, auto-flagelações e sofrimentos a eles impostos. Neste caso, uma numerária auxiliar, uma “escravinha de Deus”, que – vejam só que “sorte” a dela!: Tem vocação... para lavar, passar, cozinhar, obedecer SEMPRE e INCONDICIONALMENTE aos superiores (ato e fato extremamente perigosos!), não se casar NUNCA, não ter filhos, renegar a própria família, a própria vida, suas aspirações a estudos, sejam eles quais forem, além de “fazer boa cara” 24 horas por dia. Esses documentos provam que a Obra mantém dentro da instituição um clima de exigências absurdas, cobranças sistemáticas, clara indução a que os membros mintam para os seus pais; e tudo isso... em nome de uma suposta vocação sobrenatural, definida e "provocada" pela própria Obra. Prova também que as denúncias feitas em revistas, jornais e livros, por ex-membros e familiares SÃO VERDADEIRAS e – ao contrário do livro Código da Vinci, de Dan Brown - não têm ABSOLUTAMENTE nada de ficção.

O que mais terá essa pobre alma despedaçada que ofertar a seus algozes, em particular, sua “Diretora Espiritual”, do Centro da Aroeira (o belíssimo Sítio da Aroeira localiza-se na Estrada dos Romeiros; Tel: 4151-2212 ) A Aroeira é também a “maternidade” dos “cilícios” e as “disciplinas”, confeccionados – com luvas especiais – a portas fechadas, e devidamente trancadas, na lavanderia e no quarto de passar, por Dona Assunção (a mais que sexagenária espanhola Señora Assunción (numerária há mais de 40 anos), por sinal adoentada no momento). Cida era outra numerária que também confeccionava essas “preciosidades”. Fica pairada no ar a dúvida: quem estará neste “santo ofício” no momento???)

OBS: por uma questão de facilidade, esses textos foram transcritos; entretanto, os originais estão à disposição, para que sua veracidade seja comprovada, inclusive com teste grafológico, se necessário for.

De uma numerária auxiliar:

Lista de mortificações
(atenção: cada mortificação se realiza por uma intenção):

  1. Não tomar suco > padre
  2. beber leite > papa
  3. atrasar o copo de água > vigário regional
  4. café sem açúcar > fidelidade das pessoas da casa
  5. quando ficar irritada, lutar para não demonstrar > pessoas doentes da casa
  6. olhar para as pessoas quando fico brava >em desagravo aos pecados cometidos contra o santíssimo sacramento
  7. uma Ave Maria a mais, com os braços em cruz > pureza interior
  8. sorrir quando estiver triste > conselho local
  9. não me deixar levar pelo meu estado de ânimo >
  10. detalhes de ordem e pequenas coisas no trabalho > plano apostólico diário
  11. banho frio > dom da pureza das pessoas da casa
  12. Cilício > amiga do dia, padre, papa, pais, sacerdotes, 500 vocações, pessoas de casa, para que façamos bem a oração.
  13. Disciplinas > aos sábados às sete da manhã > por todas essas intenções e as que o espírito santo inspirar
  14. não ter caprichos na comida, etc .

PROPÓSITOS:

  • tudo o que for fazer, lembrar que é por Deus e por amor (retidão de intenção)
  • não querer compensações humanas (buscar atenção no sacrário)
  • passar da meditação para a contemplação na vida de oração. Cuidar das duas meias horas de oração
  • me lançar mais no apostolado (rezar, mortificar e agir com espírito de sacrifício)
  • pensar mais em Deus e menos em nós mesmo
  • não querer ser o centro das coisas
  • não fazer coisas quando são excepcionais
  • meditar sobre vocação semanalmente
  • procurar rezar mais no trabalho
  • simplificar as coisas
  • Aceitar as humilhações por amor a Jesus Cristo
  • Carta do padre : primeira parte é a oração,e o segundo ponto é a mortificação que devemos buscá-la como uma necessidade
  • equilíbrio (o caráter sempre é bom )
  • formar o nosso caráter

À SUA DIRETORA:
Estive pensando sobre o que me disse (quanto a ser objetiva ). E pensei que tenho que lutar a sério contra o meu sentimentalismo, mas o fato é que quando estou envolvida nele, não consigo enxergar o que é óbvio. Tentei concretizar o ponto de partida que seria pensar nos sentimentos de Cristo. Estou achando um pouco abstrato.

Ontem dei volta a uns pensamentos de que não sirvo, mas depois que conversamos, retifiquei, e queria que soubesse . Por favor, reza para que dê certo a visita aos pobres. Obrigada.

Notícia dada pela ACI (Agência Católica ACI), a respeito do Congresso organizado pela Confederación Peruana de Religiosos (CONFER), com duros ataques aos “novos carismas”, particularmente o Opus Dei

http://www.aciprensa.com/noticia.php?n=13692

Uma luz no fim do túnel??? Este é um documento da ACI (Agência Católica ACI), a respeito do Congresso organizado pela Confederación Peruana de Religiosos (CONFER), com duros ataques aos “novos carismas”, particularmente o Opus Dei.

Congresso de Religiosos: OD é errada e distorce

A Agência Católica ACI (sede no Peru), sempre favorável ao Opus Dei, acaba de noticiar (com seu viés de tentar desacreditar) uma notícia muito importante:

Começou ontem em Lima um Congresso organizado pela Confederación Peruana de Religiosos (CONFER), seção peruana da Confed. LatinoAmericana de Religiosos, com duros ataques aos "novos carismas", particularmente o Opus Dei. (A ACI faz constar que o Congresso se realiza sem a "devida" autorização do cardeal Cipriani -do Opus-, de Lima.)

O Pe. Simón Pedro Arnold, OSB, diretor do "Instituto de Estudios Aymaras" declarou: "se siente cada vez más el disfuncionamiento, el impasse y hasta el escándalo histórico de prácticas institucionales a todos los niveles del cuerpo visible de la Iglesia", en la conferencia inaugural criticó duramente a todos los nuevos movimientos y asociaciones eclesiales, así como a la Prelatura del Opus Dei; y calificó de "distorcionante y errada" la alternativa que éstos proponen a la vida de la Iglesia."

"Ante un auditorio compuesto casi totalmente de religiosas, novicias y agentes pastorales femeninas, el P. José María Arnaiz, por su parte, abundó en la misma línea que el P. Arnold."

O Congresso é preparatório para a V Conferencia Geral do Episcopado Latinoamericano que se realizará no Santuario Mariano de Aparecida (Brasil) en mayo de 2007.




O Espírito Santo, prometido por Jesus Cristo, não deixa de inspirar a Sua Igreja.



Personal tools